PALAVRA DE HOJE PARA O SEU CORAÇÃO

domingo, 29 de maio de 2011

Dias 20,21 e 22 de maio/2011 ASS. DE DEUS MINIST. PROVETÁ- NOVA ANGRA



PR. SEBASTIÃO MESSIAS


PRELETOR DA NOITE
PR. RICARDO SANTOS


CANTORA ALEXSANDRA


CANTOR RICARDINHO E SUA ESPOSA


ALMAS SE RENDENDO A CRISTO






sexta-feira, 27 de maio de 2011

O QUE ESTÃO FAZENDO COM A CONSCIÊNCIA DA PREGAÇÃO

O pregador do Evangelho deve ter, prioritariamente, consciência da sua tarefa única de pregar e viver o que prega. O pregador do Evangelho não deve buscar resultados imediatos da sua pregação como se fosse responsável por isso. Ele não deve se preocupar com mais nada a não ser desincumbir-se, ética e honrosamente, da sua magna responsabilidade de ser porta-voz de Deus.


Pregador não é animador nem abanador de auditório, mas alguém absolutamente consciente da sua vocação: falar a Palavra de Deus. Quanto aos resultados oriundos da mensagem, não é da alçada de quem prega, mas de Deus – o Senhor das nossas palavras e do coração humano.


Em face dos vícios e tendências de alguns dos nossos discursos, tomo a iniciativa de arrazoar sobre a questão, alertando os pregadores já existentes e os que estão em formação para as consequências de uma pregação que, todo o tempo, apela para resultados momentâneos, numa nítida ação de encabrestamento do Espírito de Deus.


– Mas, quando isto acontece?


1. Quando a ênfase do pregador incide sobre a impostação e amplificação do tom de sua voz a fim de influenciar seus ouvintes, como se isso pudesse compensar a falta de conteúdo da mensagem que está trazendo.


2. Quando o pregador usa a deletéria psicologia de massa para arrancar aplausos ou “glória a Deus” da igreja, vista assim como massa de manobra.


3. Quando o pregador preocupa-se tão-somente com a emoção que pode causar nos ouvintes esquecendo, total e absolutamente, do conteúdo bíblico, elemento essencial de uma pregação evangélica.


4. Quando o pregador tenta controlar os resultados da sua mensagem, tomando o lugar do Espírito Santo.


5. Quando o pregador, premido por um denominacionalismo exacerbado, apresenta uma mensagem ou um discurso proselitista, ou seja, preocupando-se tão-somente em fazer adeptos, esquecendo que a prioridade de uma mensagem é levar as pessoas ao conhecimento de Deus, através de Jesus Cristo.


6. Quando o pregador, na sua práxis proclamatória, se interessa apenas com os aspectos pragmático e utilitário da mensagem.


7. Quando o pregador evangélico começa a colocar o nome da instituição que pertence acima das Escrituras, em nítida exacerbação denominacional. É de Wactman Nee este esclarecimento: “Quando subimos ao púlpito o que nos move a pregar? O que temos a dizer? Falaremos em nome do Senhor movido pelo Espírito Santo, ou falaremos em nome da denominação, movido pelo espírito da Igreja?”


8. Quando o pregador se perde na intenção de agradar o povo em uso exaustivo e exagerado de jargões para influenciar o auditório para quem prega.


9. Quando o pregador começa a entender que o mais importante na mensagem é a primeira impressão que causará nos ouvintes e não a responsabilidade de dizer a verdade bíblica.


Parece-me que nossas mensagens estão eivadas de argumentos “ad veredic- tum” (expressão latina que se baseia em aludirmos autoridades, personalidades religiosas, para respaldar, validar a nossa fala, impressionando os ouvintes). Citamos: Finney, Moody, Whitefield, Sporgeon, Jonathan Edwards, etc. E citamos os líderes fundadores de nossa denominação, ilustres homens e mulheres de Deus.


Mas, é só consultar as páginas veterotestamentárias e observar homens como Isaías, Jeremias, Ezequiel, que dizem: “Assim diz o Senhor”... para começar e finalizar seu discurso profético. A autoridade deles era o próprio Senhor, e nada mais.


De acordo com alguns autores, estamos tão preocupados com o “denominaciona-lismo” e o “eclesiasticismo”, que esquecemos o que é primordial na obra do Senhor.


Em Atos 1.16, Pedro em seu discurso perante os discípulos congregados, refere-se à profecia que fora cumprida no destino de Judas como sendo uma “Escritura que o Espírito Santo predisse pela boca de Davi, acerca de Judas”. Paulo em seu discurso aos anciãos judeus em Roma, cita uma passagem do Antigo Testamento como sendo proveniente do Espírito Santo... pelo profeta Isaías (28.25). O livro de Atos apresenta toda a questão da eficiência nos negócios do Reino como dependendo do revestimento do Espírito Santo...


A plenitude do Espírito Santo como estado normal do crente


Não é possível ler cuidadosa e meditativamente o livro de Atos sem se ter a impressão geral de que o estado de “ser cheio do Espírito” é considerado como o estado normal e neces¬sário da experiência cristã. Nessa esfera divinamente preparada é que se acha incrustado o cenário total da história apostólica. Dessa fonte é derivado o poder para cada empreendimento no progresso do Reino. Não se pensa em alegria ou sucesso fora dessa esfera de triunfo espiritual. Os apóstolos não reconheciam nenhuma vida como completamente qualificada para ser aceita no Reino sem a posse desta bênção.


O Dr. Hermann Brandt no seu livro “O Risco do Espírito” na pág. 17 diz: “O credo Niceno-Constantinopolitano afirma: ‘O Espírito é Senhor’. Mas com o decurso da história o dogma eclesiástico tornou-se ‘senhor’ do Espírito’”. Mas o Espírito é amigo da prática: contra a ortodoxia voltou-se o Pietismo. Ele foi uma alternativa ortoprática para a ortodoxia. E, esta alternativa prática viveu daquele Espírito que rompera a couraça dogmática e se manifestava de uma forma concreta, atual e empírica.


Spener, o pai do Pietismo, em seus “pios desejos”, piadesideria, chamara o Espírito Santo “O Único e Verdadeiro Mestre”. E ele afirmara provocantemente: “As almas plenas do Espírito não estão dispostas a se ‘rebaixarem àquelas fantasias desprovidas de vigor’.


Fantasias desprovidas de vigor –– assim são encaradas as especulações dogmáticas sobre o Espírito e as prescrições metódicas sobre a sua atuação por aquele que experimentou o Sopro criativo do Espírito.”


O ilustre fundador da Igreja de Nova Vida, de saudosa memória, bispo Roberto Mackalister, fazendo uma análise na revista Simpósio no 25/Julho de 1982 (Os Pentecostais Evangelizam), diz:


“O Espírito Santo não tem partido: Casa da Bênção, Batistas, Pentecostais, Anglicanos, Assembleia de Deus, Presbiteriano, Pentecostal! Ele sopra sobre toda a carne.”


É como nos afiança certo escritor: “Pentecostalismo não é denominação: fomos expulsos das Igrejas”. Noutros grupos, o que têm acontecido em suas paredes, está causando espécie. Os que contendem com o Espírito, colocando-o numa camisa de força teológica, num dogma, numa religião formal, transformando o cristianismo numa instituição vazia, extática e tumular.

O Espírito continua soprando. Ele sopra onde quer, todas as denominações evangélicas estão sendo refrigeradas pelo sopro bendito do Espírito Santo. Está havendo uma “Renovação” para quem está percebendo. Nenhuma Igreja, pregador ou denominação detém o “monopólio” do Espírito de Deus. Ele é livre para atuar onde quer, como quer e utilizar-se de quem quiser.
                                                                      






quinta-feira, 26 de maio de 2011

AMAR SEM PARAR

Viver o amor é apenas amar.
E amar é apenas viver.
Pois, quem ama vive e quem não vive é porque não ama.
Amar, amar, amar, só amar!!!
Qualquer coisa que interrompa esse fluxo é desamor.
A notoriedade do amor é o amor verdadeiro de quem ama de verdade e com verdade.
Não é bem amar para ficar amando, nem ficar amando para amar.
O fato do amor transcende a essa padronização.
O amor que está na alma, no espírito, na psique.
É amor enrolado, enroscado, burilado, temperado com amor.
É o amor nos sonhos, nas brigas, nas lágrimas, mas é amor.
É amor que se deixa amar, apesar ás vezes do desamor.
É amor conseqüente, influente, responsável, inquebrável.
É amar com coração pungente, comovente e persistente.
É amor a toda prova.
É amor embriagado, ébrio, tonto que sabe sinonimizar,cantar, cantarolar, gritar, emocionar.
É o amor invadindo, impressionando, consolando, construindo.
É amor possuído de amor e que ama sem parar.
O amor é bom, não quero mais, não sente inveja  e não se enfraquece.
O amor é o principio de DEUS.
O amor é paciente, o amor é bondoso, não se vangloria e não se orgulha.
O amor não se alegra com a injustiça, não se ira, não se maltrata e não guarda rancor.
O amor tudo sofre. Tudo crê, tudo espera e tudo suporta.
Assim, permanecem agora estes três: a Fé, a Esperança e o Amor.
O maior deles, porém, é o AMOR.