PALAVRA DE HOJE PARA O SEU CORAÇÃO

sábado, 4 de junho de 2011

MEU JEITO DE GOSTAR

MEU JEITO DE GOSTAR



GOSTAR “DO MEU JEITO”


NUNCA É DO JEITO QUE OS OUTROS GOSTAM


PORQUE É GOSTAR DO JEITO QUE EU GOSTO DE GOSTAR


É GOSTAR SEM IMITAÇÕES






GOSTAR “DO MEU JEITO”


ALÉM DE NÃO SER COMO OS OUTROS QUE GOSTAM


É GOSTAR DA MANEIRA COMO EU GOSTO


É GOSTAR ÀS VEZES NÃO GOSTANDO






GOSTAR “DO MEU JEITO”


É TENTAR UNIR O SAGRADO E O PROFANO


NUMA TENTATIVA DE BANIR DE VEZ


A TORPEZA DE GOSTAR APENAS DE QUEM GOSTA DE MIM






GOSTAR “DO MEU JEITO”


É VIVER SEM A MOTIVAÇÃO DOS OUTROS


SEM A INFLUÊNCIA DOS DEMAIS


É “DAR O MEU JEITO” NO MUNDO QUE NÃO TEM JEITO.






GOSTAR “DO MEU JEITO”


É GOSTAR POR GOSTAR


É GOSTAR GOSTANDO


É GOSTAR POR QUE GOSTO






GOSTAR “DO MEU JEITO”


É NÃO MUDAR DE GOSTO


É NÃO MUDAR DE POSTO


E ÀS VEZES DESEJAR MUDAR TUDO






GOSTAR “DO MEU JEITO”


É NÃO SER ALEGÓRICO


NEM FIGURADO


É SER O QUE BEM QUISER SER






EU GOSTEI E GOSTO DE GOSTAR


GOSTO POR QUE GOSTO


GOSTO ATÉ CANSAR DE GOSTAR


GOSTO ATÉ DEUS TIRÁR DE MIM O GOSTO


DE GOSTAR “DO MEU JEITO”.
                            
QUE DEUS ABENCOE A TODOS!!!!
                                           DC FÁBIO









quinta-feira, 2 de junho de 2011

A CRISE DA DUVIDAS

A PAZ DO SENHOR A TODOS!!
SEGUE UM ESTUDO, A TODOS QUE VISITAM ESSE CANTINHO DE BENÇÃO QUE É O NOSSO BLOG, AGRADECENDO AOS IRMÃOS PELA VISITAÇÃO E QUE DEUS POSSA ABENÇOAR A TODOS.                                                                                                                                                                                                                              Crise das Dúvidas




Creia somente nesse amor enorme que Deus tem por você!!!!


"E João, ouvindo no cárcere falar dos feitos de Cristo, enviou dois dos seus discípulos a dizer-lhe: És tu aquele que havia de vir, ou havemos de esperar outro? E Jesus, respondendo, disse-lhes: Ide e anunciai a João as coisas que ouvis e vedes: Os cegos vêem, e os coxos andam; os leprosos são limpos, e os surdos ouvem; os mortos são ressuscitados, e aos pobres é anunciado o evangelho." (Mateus 11.2-5).






João Batista foi o maior dentre os nascidos de mulher. Quem fez essa declaração foi o próprio Jesus. Contudo, o texto parece indicar que o grande João duvidou de Cristo. Isso aconteceu quando ele estava preso, aguardando sua execução. Imagine-se no lugar de João Batista. Ele havia anunciado publicamente que Jesus era o Salvador. Agora, estava preso, condenado à morte, e Jesus não tomou nenhuma providência para libertá-lo. Daí surgiu a dúvida. Será que esse Jesus é mesmo o Messias prometido? Por quê então ele não me tira desta prisão?






Quando estamos passando por problemas graves e não somos atendidos pelo Senhor, muitas vezes começamos a duvidar da sua palavra ou do seu amor para conosco. De acordo com o nosso pequeno entendimento, achamos que Deus deveria agir em nosso favor desta ou daquela maneira. Porém, ele tem os seus propósitos e, em muitas situações, nem chegamos a conhecê-los ou entendê-los plenamente.






Talvez você esteja questionando como Gideão: "Se o Senhor é conosco, por quê tudo isso nos sobreveio?" (Juízes 6.13). Se o Senhor me ama, por quê ele não me deu isso ou aquilo? Se o Senhor está comigo, por quê ele não me livrou desse ou daquele problema? Algumas perguntas nunca terão respostas. Observe que Jesus não respondeu à pergunta de João Batista, assim como o Anjo do Senhor não respondeu à pergunta de Gideão.






O recado que Jesus mandou para João era que muitos milagres estavam acontecendo. Jesus não libertou João, mas estava curando enfermos, ressuscitando mortos e anunciando o evangelho. Saiba o seguinte: o propósito de Deus está sendo executado. Isso é o que importa. Que seja feita a vontade dele e não a nossa. Ele é o Senhor. Nós somos apenas servos. Deus tem um plano soberano e esse plano está em plena execução. Ele não está a serviço dos nossos interesses individuais, embora possa fazer todas as coisas.






Podemos clamar para que o Senhor nos livre e nos dê o que precisamos. Entretanto, devemos continuar a servi-lo ainda que ele não nos livre (Daniel 3.17-18). Se ele não nos atender em alguma situação, é porque tem um propósito nisso. Já pensou se Deus atendesse todas as nossas orações? Não seríamos mais tentados. Não seríamos mais provados. Não teríamos nenhum tipo de problema na vida. Aliás, não precisaríamos nem ir para o céu, porque aqui já seria um lugar celestial, com direito a coral de anjos e tudo mais. Por outro lado, não teríamos o crescimento espiritual nem a maturidade que as tribulações produzem. As dúvidas surgem quando nossas expectativas em relação ao cristianismo não se concretizam. Porém, muitas vezes essas expectativas estão erradas. O propósito do evangelho é a salvação das almas.






Chegará o dia quando nossos problemas terminarão. Por enquanto, convém lembrar o que Jesus disse: "No mundo tereis aflições, mas tende bom ânimo; eu venci o mundo." Sabemos, porém, que muitas vezes o Senhor nos atende, nos livra e nos proporciona momentos de refrigério para as nossas almas.


DC FÁBIO

domingo, 29 de maio de 2011

Dias 20,21 e 22 de maio/2011 ASS. DE DEUS MINIST. PROVETÁ- NOVA ANGRA



PR. SEBASTIÃO MESSIAS


PRELETOR DA NOITE
PR. RICARDO SANTOS


CANTORA ALEXSANDRA


CANTOR RICARDINHO E SUA ESPOSA


ALMAS SE RENDENDO A CRISTO






sexta-feira, 27 de maio de 2011

O QUE ESTÃO FAZENDO COM A CONSCIÊNCIA DA PREGAÇÃO

O pregador do Evangelho deve ter, prioritariamente, consciência da sua tarefa única de pregar e viver o que prega. O pregador do Evangelho não deve buscar resultados imediatos da sua pregação como se fosse responsável por isso. Ele não deve se preocupar com mais nada a não ser desincumbir-se, ética e honrosamente, da sua magna responsabilidade de ser porta-voz de Deus.


Pregador não é animador nem abanador de auditório, mas alguém absolutamente consciente da sua vocação: falar a Palavra de Deus. Quanto aos resultados oriundos da mensagem, não é da alçada de quem prega, mas de Deus – o Senhor das nossas palavras e do coração humano.


Em face dos vícios e tendências de alguns dos nossos discursos, tomo a iniciativa de arrazoar sobre a questão, alertando os pregadores já existentes e os que estão em formação para as consequências de uma pregação que, todo o tempo, apela para resultados momentâneos, numa nítida ação de encabrestamento do Espírito de Deus.


– Mas, quando isto acontece?


1. Quando a ênfase do pregador incide sobre a impostação e amplificação do tom de sua voz a fim de influenciar seus ouvintes, como se isso pudesse compensar a falta de conteúdo da mensagem que está trazendo.


2. Quando o pregador usa a deletéria psicologia de massa para arrancar aplausos ou “glória a Deus” da igreja, vista assim como massa de manobra.


3. Quando o pregador preocupa-se tão-somente com a emoção que pode causar nos ouvintes esquecendo, total e absolutamente, do conteúdo bíblico, elemento essencial de uma pregação evangélica.


4. Quando o pregador tenta controlar os resultados da sua mensagem, tomando o lugar do Espírito Santo.


5. Quando o pregador, premido por um denominacionalismo exacerbado, apresenta uma mensagem ou um discurso proselitista, ou seja, preocupando-se tão-somente em fazer adeptos, esquecendo que a prioridade de uma mensagem é levar as pessoas ao conhecimento de Deus, através de Jesus Cristo.


6. Quando o pregador, na sua práxis proclamatória, se interessa apenas com os aspectos pragmático e utilitário da mensagem.


7. Quando o pregador evangélico começa a colocar o nome da instituição que pertence acima das Escrituras, em nítida exacerbação denominacional. É de Wactman Nee este esclarecimento: “Quando subimos ao púlpito o que nos move a pregar? O que temos a dizer? Falaremos em nome do Senhor movido pelo Espírito Santo, ou falaremos em nome da denominação, movido pelo espírito da Igreja?”


8. Quando o pregador se perde na intenção de agradar o povo em uso exaustivo e exagerado de jargões para influenciar o auditório para quem prega.


9. Quando o pregador começa a entender que o mais importante na mensagem é a primeira impressão que causará nos ouvintes e não a responsabilidade de dizer a verdade bíblica.


Parece-me que nossas mensagens estão eivadas de argumentos “ad veredic- tum” (expressão latina que se baseia em aludirmos autoridades, personalidades religiosas, para respaldar, validar a nossa fala, impressionando os ouvintes). Citamos: Finney, Moody, Whitefield, Sporgeon, Jonathan Edwards, etc. E citamos os líderes fundadores de nossa denominação, ilustres homens e mulheres de Deus.


Mas, é só consultar as páginas veterotestamentárias e observar homens como Isaías, Jeremias, Ezequiel, que dizem: “Assim diz o Senhor”... para começar e finalizar seu discurso profético. A autoridade deles era o próprio Senhor, e nada mais.


De acordo com alguns autores, estamos tão preocupados com o “denominaciona-lismo” e o “eclesiasticismo”, que esquecemos o que é primordial na obra do Senhor.


Em Atos 1.16, Pedro em seu discurso perante os discípulos congregados, refere-se à profecia que fora cumprida no destino de Judas como sendo uma “Escritura que o Espírito Santo predisse pela boca de Davi, acerca de Judas”. Paulo em seu discurso aos anciãos judeus em Roma, cita uma passagem do Antigo Testamento como sendo proveniente do Espírito Santo... pelo profeta Isaías (28.25). O livro de Atos apresenta toda a questão da eficiência nos negócios do Reino como dependendo do revestimento do Espírito Santo...


A plenitude do Espírito Santo como estado normal do crente


Não é possível ler cuidadosa e meditativamente o livro de Atos sem se ter a impressão geral de que o estado de “ser cheio do Espírito” é considerado como o estado normal e neces¬sário da experiência cristã. Nessa esfera divinamente preparada é que se acha incrustado o cenário total da história apostólica. Dessa fonte é derivado o poder para cada empreendimento no progresso do Reino. Não se pensa em alegria ou sucesso fora dessa esfera de triunfo espiritual. Os apóstolos não reconheciam nenhuma vida como completamente qualificada para ser aceita no Reino sem a posse desta bênção.


O Dr. Hermann Brandt no seu livro “O Risco do Espírito” na pág. 17 diz: “O credo Niceno-Constantinopolitano afirma: ‘O Espírito é Senhor’. Mas com o decurso da história o dogma eclesiástico tornou-se ‘senhor’ do Espírito’”. Mas o Espírito é amigo da prática: contra a ortodoxia voltou-se o Pietismo. Ele foi uma alternativa ortoprática para a ortodoxia. E, esta alternativa prática viveu daquele Espírito que rompera a couraça dogmática e se manifestava de uma forma concreta, atual e empírica.


Spener, o pai do Pietismo, em seus “pios desejos”, piadesideria, chamara o Espírito Santo “O Único e Verdadeiro Mestre”. E ele afirmara provocantemente: “As almas plenas do Espírito não estão dispostas a se ‘rebaixarem àquelas fantasias desprovidas de vigor’.


Fantasias desprovidas de vigor –– assim são encaradas as especulações dogmáticas sobre o Espírito e as prescrições metódicas sobre a sua atuação por aquele que experimentou o Sopro criativo do Espírito.”


O ilustre fundador da Igreja de Nova Vida, de saudosa memória, bispo Roberto Mackalister, fazendo uma análise na revista Simpósio no 25/Julho de 1982 (Os Pentecostais Evangelizam), diz:


“O Espírito Santo não tem partido: Casa da Bênção, Batistas, Pentecostais, Anglicanos, Assembleia de Deus, Presbiteriano, Pentecostal! Ele sopra sobre toda a carne.”


É como nos afiança certo escritor: “Pentecostalismo não é denominação: fomos expulsos das Igrejas”. Noutros grupos, o que têm acontecido em suas paredes, está causando espécie. Os que contendem com o Espírito, colocando-o numa camisa de força teológica, num dogma, numa religião formal, transformando o cristianismo numa instituição vazia, extática e tumular.

O Espírito continua soprando. Ele sopra onde quer, todas as denominações evangélicas estão sendo refrigeradas pelo sopro bendito do Espírito Santo. Está havendo uma “Renovação” para quem está percebendo. Nenhuma Igreja, pregador ou denominação detém o “monopólio” do Espírito de Deus. Ele é livre para atuar onde quer, como quer e utilizar-se de quem quiser.
                                                                      






quinta-feira, 26 de maio de 2011

AMAR SEM PARAR

Viver o amor é apenas amar.
E amar é apenas viver.
Pois, quem ama vive e quem não vive é porque não ama.
Amar, amar, amar, só amar!!!
Qualquer coisa que interrompa esse fluxo é desamor.
A notoriedade do amor é o amor verdadeiro de quem ama de verdade e com verdade.
Não é bem amar para ficar amando, nem ficar amando para amar.
O fato do amor transcende a essa padronização.
O amor que está na alma, no espírito, na psique.
É amor enrolado, enroscado, burilado, temperado com amor.
É o amor nos sonhos, nas brigas, nas lágrimas, mas é amor.
É amor que se deixa amar, apesar ás vezes do desamor.
É amor conseqüente, influente, responsável, inquebrável.
É amar com coração pungente, comovente e persistente.
É amor a toda prova.
É amor embriagado, ébrio, tonto que sabe sinonimizar,cantar, cantarolar, gritar, emocionar.
É o amor invadindo, impressionando, consolando, construindo.
É amor possuído de amor e que ama sem parar.
O amor é bom, não quero mais, não sente inveja  e não se enfraquece.
O amor é o principio de DEUS.
O amor é paciente, o amor é bondoso, não se vangloria e não se orgulha.
O amor não se alegra com a injustiça, não se ira, não se maltrata e não guarda rancor.
O amor tudo sofre. Tudo crê, tudo espera e tudo suporta.
Assim, permanecem agora estes três: a Fé, a Esperança e o Amor.
O maior deles, porém, é o AMOR.